Livraria Online

23/07/2021

É com o coração transbordando de alegria que apresento “Marias que vão e que não vão com as outras”, minhas linhas e entrelinhas no necessário e maravilhoso mar literário.

Coletânea de contos. ✍🏻

Primeira publicação solo!
📚❤️

Isa Martins
@isamartins.entrelinhas
@chiadobooks

Já na Pré-venda on-line em:

📚 Livraria Atlântico (Brasil)

https://www.livrariaatlantico.com.br/pd-893c27-marias-que-vao-e-que-nao-vao-com-as-outras-isa-martins.html?ct=&p=1&s=1

📚 Livraria Chiado Books (Portugal)

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📚 Livraria da Travessa

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📚 Livraria Martins Fontes

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📚 Livraria Cultura

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📚 Amazon
https://amzn.to/3zkba7M

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08/07/2021

”Trabalho e Alienação – tradição que oprime”, de Hiran Roedel.

Divulgando com um orgulho gigante!!! Pelo autor e pela contribuição da obra para a sociedade. ❤️📚✍🏻

📚 Sinopse

Por que predominam, na sociedade brasileira, posturas políticas conservadoras e arcaicas, nos mais variados aspectos, apesar de já estarmos no início da terceira década do século XXI? O que faz uma parcela considerável da população voltar a cometer velhos erros do passado, levando ao progressivo encolhimento das representações de esquerda no país, mesmo essas se apresentando como suas fiéis defensoras?

Esse foi o centro das preocupações que resultaram no surgimento deste livro, que não tem o intuito de apresentar um caminho salvador. O objetivo aqui é tentar compreender o comportamento da maioria dessa sociedade, extremamente religiosa e capitalista, a partir de suas condições reais, sem idealizá-las. O leitor que for se aventurar por estas páginas precisará despir-se de preconceitos e dogmas, o que foi necessário também durante a construção desta obra.

📚 Link para compra:

https://www.lisboninternationalpress.com/livraria/trabalho-e-alienacao-tradicao-que-oprime

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08/06/2021

Dia dos namorados

(Por Isa Martins / @isamartins.entrelinhas)

Uma amiga me pediu indicação de um livro para dar de presente no Dia dos Namorados.

Mesmo sabendo que toda seleção deixa uma infinidade de maravilhas de fora, indiquei “13 dos melhores contos de Amor da Literatura Brasileira”, seleção da talentosa escritora Rosa Amanda Strausz, autora do inesquecível conto “Crianças à venda. Tratar aqui”, do livro Sete Ossos e uma maldição.

Confesso que comprei o livro por ser mais um trabalho dela. Não poderia ser ruim, pensei. E, óbvio, não me enganei.

A cada conto, o amor ganha novos contornos, caminhos que levam à liberdade do sentir e a tantos modos de amar.

Sim, eu a-m-e-i absolutamente todos os contos. Por isso resolvi compartilhar a indicação com mais corações.

E como o melhor de todos é o amor próprio, vale se dar de presente também. Foi assim comigo. E ando feliz feliz com essas leituras até hoje. 😍

Que outro livro seria um bom presente para o dia 12 de junho? Vou adorar as dicas. Vamos trocar.

E como a vida está corrida, caso alguém deseje, deixo o link dos livros na Amazon.

13 dos melhores contos de amor da literatura brasileira

Por Rosa Amanda Strausz

“Irresistíveis, enamorados, apaixonados, os 13 contos que compõem este livro provam que a palavra ainda é a melhor arma de sedução. Deixe-se conquistar por estes incríveis autores (…)”

Sete ossos e uma maldição

“Em Sete ossos e uma maldição, Rosa Amanda Strausz conduz o leitor a um clima de terror e mistério de tirar o fôlego. Os 10 contos são construídos com a mestria de quem sabe narrar, de quem sabe percorrer os caminhos sinuosos do suspense. Enquanto o leitor passeia por histórias aparentemente comuns, o suspense cresce na narrativa. (…) “

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04/02/2021

Leituras que transformam!!

Pedagogia do oprimido, escrito entre 1964 e 1968, quando Paulo Freire estava exilado no Chile, foi proibido pela ditadura civil-militar do Brasil, onde permaneceu inédito até 1974. Ancorado em situações concretas, este livro desvela as relações que sustentam uma ordem injusta, responsável pela violência dos opressores e pelo medo da liberdade que os oprimidos sentem. É um livro radical, sobre o conhecer solidário, a vocação ontológica, o amor, o diálogo, a esperança e a humildade. Aborda a luta pela desalienação, pelo trabalho livre, pela afirmação dos seres humanos como pessoas, e não coisas. É destinado aos revolucionários, que se comprometem com os oprimidos, para, com eles e ao lado deles, lutar para construir um mundo em que seja mais fácil amar. Em 1963, em Angicos, interior do Rio Grande do Norte, trezentos trabalhadores rurais foram alfabetizados em apenas 40 horas, pelo método proposto por Paulo Freire. Esse foi o resultado do projeto-piloto do que seria o Programa Nacional de Alfabetização do governo de João Goulart, presidente que viria a ser deposto em março de 1964. Em outubro desse mesmo ano, Freire deixou o Brasil para proteger a própria vida. Apenas voltou a visitar o país em 1979, com a abertura democrática. Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame. “O opressor só se solidariza com os oprimidos quando o seu gesto deixa de ser um gesto piegas e sentimental, de caráter individual, e passa a ser um ato de amor àqueles. Quando, para ele, os oprimidos deixam de ser uma designação abstrata e passam a ser os homens concretos, injustiçados e roubados. Roubados na sua palavra, por isto no seu trabalho comprado, que significa a sua pessoa vendida. Só na plenitude deste ato de amar, na sua existenciação, na sua práxis, se constitui a solidariedade verdadeira. Dizer que os homens são pessoas e, como pessoas, são livres, e nada concretamente fazer para que esta afirmação se objetive, é uma farsa.”

A obra de Paulo Freire em novo projeto gráfico. Pedagogia da autonomia reafirma o profundo compromisso ético de Paulo Freire na defesa da existência digna. Neste seu último livro publicado em vida, em 1996, o educador aprofunda sua teoria-ética de uma vida voltada para a liberdade, a verdade e a autenticidade dos sujeitos, contra a lógica do capital. A partir do amor revolucionário e do rigor crítico, reflete sobre o que o ato de ensinar exige de educadores e educandos. “Gosto de ser homem, de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no mundo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo não é predeterminada, preestabelecida. Que o meu ‘destino’ não é um dado, mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso me eximir. Gosto de ser gente porque a história em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades, e não de determinismo. Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua inexorabilidade.”

A obra de Paulo Freire em novo projeto gráfico. Direitos humanos e educação libertadora é uma reunião de escritos e falas de Paulo Freire, organizada e anotada por Ana Maria Araújo Freire e Erasto Fortes Mendonça. Apresenta, sob um ponto de vista inédito, a experiência do educador como secretário de Educação da cidade de São Paulo, entre 1989 e 1991. A esses textos, acrescentaram-se outros, escrito por alguns daqueles que compartilharam com Freire o sonho de reinventar a escola da Rede Municipal paulistana e democratizar a educação pública de qualidade: Luiza Erundina de Sousa, Mario Sergio Cortella, Lisete R. G. Arelaro e Ana Maria Saul. Participam também com artigos os educadores Ana Maria de Araújo Freire, Erasto Fortes Mendonça e Ivanna Sant’Ana Torres. “A política de privatização do ensino obviamente afetaria, em cheio, os interesses das classes populares, uma vez mais pagando o conforto e as regalias das chamadas ‘favorecidas’ […]. A escola pública não anda bem, não porque faça parte de sua natureza não andar bem, como muita gente gostaria que fosse e insinua que é. A escola pública básica não anda bem, repitamos, por causa do descaso que as classes dominantes neste país têm por tudo o que cheira a povo.”

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