Mergulhe no mar de sentidos de Clarice Lispector.

Perca-se e encontre-se nas linhas e entrelinhas clariceanas. Prepare-se para ficar diante de espelhos de palavras. Aquele defeito? Você enxergará. Sua belaza também.

E diante de suas próprias imagens, sentirá crescer subjetividades em forma de força e coragens.


Saiba mais clicando nos links dos livros.

O Entrelinhas e Sentidos iniciou recentemente um trabalho voltado para a indicação de leituras e de práticas de escritas literárias, comprando pelo link, você ajuda o site a crescer e a produzir mais conteúdos.


Links e Sinopses:

Link para compra: Todos os contos

”Dona de uma obra que cruza fronteiras geográficas e de gênero, Clarice Lispector é considerada atualmente uma das mais importantes escritoras do século XX. Nesta coletânea, que reúne pela primeira vez todos os contos da autora num único volume, organizada pelo biógrafo Benjamin Moser, é possível conhecer Clarice por inteiro, desde os primeiros escritos, ainda na adolescência, até as últimas linhas. Essencial para estudantes e pesquisadores, para fãs de Clarice Lispector e iniciantes na obra da escritora, Todos os contos foi lançado nos Estados Unidos em 2015, figurando na lista de livros mais importantes do ano do jornal The New York Times e colecionando importantes prêmios. Agora é a vez de os leitores brasileiros (re)descobrirem por completo esta contista prolífica e singular e seu planeta habitado por bichos, homens e sobretudo mulheres, que se revelam, nas mãos de Clarice, maravilhosos em meio à alegria e ao horror da existência”.

Link para compra: Todas as crônicas

”Todas as crônicas reúne pela primeira vez em um só volume a íntegra da obra de Clarice Lispector como cronista, apresentando mais de uma centena de textos inéditos. “Aquela sexta-feira 18 de agosto de 1967 foi especialmente tensa na redação do Caderno B. Pesava sobre nós uma dupla responsabilidade, inaugurar na manhã seguinte a presença do suplemento aos sábados, e apresentar Clarice Lispector como cronista. Ela disse logo a que vinha. Rompendo com a tradição da crônica corrida, ocupou seu espaço na segunda página com vários textos curtos, uma verdadeira amostra daqueles que seriam seus temas centrais ao longo dos próximos seis anos: a relação mãe/filho, a revolta contra a resignação, a busca do eu, os desvãos do pensamento, e a transformação do fato cotidiano em pura metafísica.” – Do prefácio de Marina Colasanti “Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O ‘amar os outros’ é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra.” – Jornal do Brasil, 11 de maio de 1968”.

Link para compra: Todas as cartas

”Todas as cartas reúne correspondências escritas por Clarice Lispector ao longo de sua vida. A seleção de cartas, das quais cerca de meia centena é inédita para o público, configura um acervo fundamental para compreender a trajetória literária da escritora. Ponto alto de Todas as cartas, o conjunto de correspondências inéditas endereçadas aos amigos escritores tem entre os destinatários João Cabral de Melo Neto, Rubem Braga, Lêdo Ivo, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles, Natércia Freire e Mário de Andrade. As correspondências foram organizadas por décadas – dos anos 1940 a 1970 – e contam com notas da biógrafa Teresa Montero, que contextualizam o material no tempo, no espaço e nas inúmeras citações a personalidades e referências culturais. Com grande material inédito, o volume resultou de longa pesquisa realizada pela jornalista Larissa Vaz, sob orientação de biógrafos e da família, para trazer uma visão integral da pessoa e da escritora. A publicação da correspondência de grandes escritores constitui-se em importante acontecimento literário, pois o autor mantém a inspiração, o lirismo e o humor ao escrever cartas, que chegam a ser tão ou mais fascinantes e criativas quanto seus próprios livros.Clarice viveu quase duas décadas no exterior e se correspondeu sempre para cultivar o afeto da família e dos amigos e para tratar da publicação dos seus livros. Apesar de afirmar que “não sabia escrever cartas”, suas cartas são tão interessantes quanto seus romances, contos e crônicas”.

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